Não segures
Não retenhas
Que a vida inda espera prenha de quem jaz
Fora da estrada de venturas almejadas
Nos olhos embriagados da criança
A pensar o porvir
Impaciente;
Desgrenhada;
Atordoada;
Rubra ré na inocência
De querer flutuar com seus desejos mais etéreos
Ao tempo que o sol nascia.
Edna [07/12/13]